No primeiro discurso em Moçambique, o Papa lembrou que não há paz duradoura sem “igualdade de oportunidades”. Moçambique conheceu “luto e dor”, mas não deixou “que a vingança e ódio vencessem”, afirmou Francisco.

O Papa Francisco frisou durante o seu primeiro discurso em Moçambique que “sem igualdade de oportunidades” não há paz duradoura.

“Quando uma sociedade abandona na periferia uma parte de si mesma”, não há políticas, nem “forças de autoridade ou serviços secretos que possam garantir indefinidamente a tranquilidade”, referiu esta quinta-feira (05.09) o líder da Igreja católica, no palácio presidencial da Ponta Vermelha

Francisco reuniu-se esta quinta-feira com o chefe de Estado Filipe Nyusi, com quem passou em revista vários assuntos de interesse nacional. Na reunião, participaram diferentes figuras da política moçambicana e membros de representações diplomáticas em Moçambique.

No final, o Presidente da República disse que o país continuará a fazer esforços para a reconciliação nacional.

“O primeiro a pedir desculpa é o mais valente e o primeiro a perdoar é o mais forte […] O diálogo que fazemos com todas as forças vivas da sociedade moçambicana visa fazer da diversidade uma riqueza que nos carateriza como um povo”, sublinhou Nyusi.

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